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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 26 a 35 anos, Abkhazian, Latvian, Lettish, Informática e Internet, Dinheiro, Dinheiro
   
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Unknown...

Era uma vez um menino ... o menino era feliz ... pulava ... cantava ... dançava... Um belo dia, enquanto cantava, o menino viu algo que o atraiu... era algo desconhecido... ele chegou perto... olhou ... tocou... e gostou do desconhecido, que sorriu para ele em contrapartida. Resolveu que valeria a pena ter o desconhecido para si. Pegou o desconhecido para si e começou a cuidar...

Tudo estava ótimo... O menino podia ter o desconhecido, usar quando bem entendesse, como bem quisesse, e sempre tinha o sorriso do desconhecido para si... enfim, um paraíso. Mas ele se esqueceu que aquilo era desconhecido. Que tudo tem dois lados. Que nada é gratuito na vida. Que toda diversão depende também de ações próprias. Num dado momento o desconhecido começou a querer se divertir também. O desconhecido, por ser desconhecido, era totalmente novo aos olhos do menino, e por isso o fascinava. Só que o desconhecido, além de fascinante, é também arriscado... nunca se sabe o que surgirá. E foi o que aconteceu ... algo surgiu. O menino percebeu que o desconhecido começou a criar espinhos. Ele ficou intrigado... não sabia mais o que fazer, pois queria continuar a se divertir com o desconhecido, mas não podia, pois os espinhos o machucavam... tentou cortar os espinhos, mas acontece que isso machucava o desconhecido e, mesmo assim, os espinhos cresciam novamente. Por várias vezes o menino machucou o desconhecido... o feriu... o entristeceu por não tocá-lo mais... e o sorriso do desconhecido foi desaparecendo.

Ambos estavam tristes... tanto o menino, que não sabia como se divertir com o desconhecido, que o machucava, como o desconhecido, que não sabia o que fazer pelo menino, que só tentava arrancar seus espinhos e se distanciava cada vez mais.

Num dado momento, o menino se sentou em frente ao desconhecido, e este em frente dele. O menino havia se afastado do desconhecido, mas tamanha era a tristeza que o assolava, que ele resolveu voltar lá para matar as saudades. Ambos ficaram sentados... o menino ficou contemplativo em frente ao desconhecido... Desconhecido estava cabisbaixo. O menino olhou para o desconhecido profundamente... esperando por algo... mas o desconhecido permaneceu inerte... Então, num momento de clareza, o menino sorriu para o desconhecido. Espantado com o sorriso repentino do menino, o desconhecido não teve ação... a única coisa que lhe passou pela cabeça foi... sorrir também. Ao sorrir, o desconhecido sentiu que seus espinhos cairam... Ao ver isso, o menino sorriu novamente, e com mais intensidade! Ao ver isso, o desconhecido não se conteve, e se abriu num largo e luminoso sorriso, que por sua vez começou a criar cor, e que, por sua vez, virou uma linda flor.

Escrito por The CookieMan às 13h44
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