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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 26 a 35 anos, Abkhazian, Latvian, Lettish, Informática e Internet, Dinheiro, Dinheiro
   
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Again...

Ai ai ai ... Li em algum lugar que o tempo é cíclico... Deve ser a crença de alguma cultura distante por aí. Mas há fatos que a gente vê e pensa que eles serviriam como prova disso. Voltamos ao nosso amigo Lulu Santos:

"Os personagens se revelam
Atores no aplauso final
E pra cada interpretação
O que lhe for proporcional

Fica muito bem em cinema
Romance de um romance ideal
Só vamos então deixar combinado
Aqui é a vida real"



Escrito por The CookieMan às 11h03
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Faith...



Escrito por The CookieMan às 18h50
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Stop!!

Já ouvi umas quatro vezes hoje ... ai ai ...


We'll be together
And nobody ain't never gonna
Disconnect us
Or ever separate us
Or say to us you've got to
Stop!
Stand there where you are
Before you go too far
Before you make a fool out of love
Stop!
Don't jump before you look
Get hung up on a hook
Before you make a fool out of love
Stop!

Escrito por The CookieMan às 19h59
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Levo esse sorriso porque já chorei demais...

Nesse meu blog bimestral, eu já escrevi dezenas de milhares de palavras. Combinadas, formaram pequenos momentos da minha vida. Claro que na maioria das vezes essas palavras não eram uma narrativa direta da minha vida. Em outras, elas seques se relacionavam à minha vida, mas como todos os meus textos são feitos por mim, óbvio, eles, esses que eu não usei para narrar fatos, acabam sendo parte de mim e da minha vida.

Já sacaram que sempre que posto coisas por aqui, acabo colocando algo relacionado ao meu momento de vida. Sempre que algo acontece, eu acabo escrevendo aqui. De forma subjetiva ou não, seja através de narrativas, contos ou qualquer coisa fictícia, eu estravaso muitas necessidades de falar através desse meu pequeno e quase abandonado Blog.

E alguém vem e me pergunta: Por que? Qual a relação disso?

E eu respondo: Nenhuma.

O fato é que muitas vezes eu só preciso falar... registrar... assim, quem sabe, esse blog estará no ar ainda depois que eu morrer... e alguém, sem ter o que fazer na internet, vai acabar lendo as minhas baboseiras. Baboseiras que, de repente, farão sentido para essa pessoa. E, num momento de solidariedade póstuma, acabo ajudando alguém.

E acabamos de chegar num tema que me interessa nesse momento. Ajudar... Será que eu ajudo demais ? Será que eu realmente ajudo demais ? Ou será que eu tenho o meu grau de interesse em ajudar, pois acabo ajudando para que algo diretamente relacionado a mim ande "bem" ou "Funcione direitinho". Louco, né? Na verdade não. Não, porque faz sentido para mim aparecer aqui falando de "ajudar". Isso porque eu acredito que eu tenho um certo ímpeto em ajudar a resolver problemas que, muitas vezes, causa o que as pessoas de fora chamam de abusos. Será ? Será que eu realmente chego a tal ponto de ingenuidade que acabo sendo usado por pessoas que desejam a minha "ajuda" ? Bom, pessoas que me conhecem de verdade sabem a resposta. Afinal, essas que tentam usar, normalmente, recebem a tal ajuda justamente pelo motivo acima, o de eu obter algo que me interessa.

Acredito nos filtros de bondade. Há pessoas que merecem a minha bondade. E há pessoas que merecem a minha bondade com intenções.

Mas, agora entraremos em um assunto muito usado por mim aqui, ajudar também está ligado aos meus relacionamentos amorosos. Pois é, eu, como assumido jardineiro, ajudo, muitas vezes até demais, as pessoas que se relacionam comigo. Assim, fico tentando, por amor, identificar problemas, conversar sobre eles e apresentar, ou até ajudar a operacionalizar, sugestões de como resolvê-los. Pois é ... ajudo mesmo... amo profundamente ... sofro, sim ... e tento ajudar quem eu amo. E esses são os que ganham de mim a mais pura ajuda. A ajuda mais limpa e livre de interesses. Eu gosto de ver o sorriso do meu amor em um problema resolvido.

Aí então, eu olho ao meu redor nesse momento ... eme vejo numa situação EXTRA complexa. Ajudo ? Como ajudar ? Qual seria a melhor forma de ajudar alguém que se ama sem gerar nesse indivíduo uma dependência? Pois eu não tenho essa resposta... mas me lembro de algo interessante que vi num filme ... no final, depois que o mocinho mudou sua vida para viver um grande amor, a mocinha morreu em apenas um dia de "grande amor". Alguém perguntou ao mocinho "Valeu a pena mudar isso tudo na sua vida? Você não se sente mal? Não sente que cometeu um erro?". A resposta:

"Valeu a pena. Valeu a pena mesmo que fosse para ter aquele amor por apenas um momento. Por seria não tê-lo vivido... não ter vivido nada."

Bem... E viva o amor. Seja como for. Com ou sem dor. Supondo ou sem supor.

A seguir cenas do próximo capítulo...



Escrito por The CookieMan às 21h52
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Estrelas...

Ah ... a saudade ... eventualmente o saudosismo me invade de alguma forma. Em outros momentos deste mesmo blog eu já descrevi coisas que me fizeram lembrar de momentos da minha vida que eu queria reviver, nem que fosse pelos mesmos instantes que eles levaram para passar. Curtos ... mas marcantes, por mais banais que possam parecer.

Outro dia me lembrei de uma canção da Thelma houston, Don´t leave me this way... e postei algo aqui sobre como o meu momento de lembrança forte e presente foi interrompido pela ligação do meu funcionário perguntando algo sobre a posição de um DVD qualquer de filmes para prá-adolescentes-idiotas-que-gostam-de-rbd. Enfim ... o ponto é que eu, eventualmente e sem que eu tenha qualquer controle sobre isso, acabo me pegando viajando em algo que me trás uma fortíssima lembrança de um acontecimento da minha vida ... a lembrança costuma ser tão forte que basta eu fechar o olho que a cena completa vem na minha cabeça. Tudinho ... do início ao fim... e é como se eu estivesse lá. Presente o suficiente para ver detalhes, mas ausente demais para ter novamente a sensação que eu tive naquele momento. Uma pena, pois é justamente da sensação que eu sinto falta. E isso me dá um grande vazio acompanhado de uma certa angústia e de um imenso saudosismo.

Ah, o saudosismo ... Interessante como isso aconteceu agora pouco. Muito interessante mesmo. Coloquei uma música da Glória Estefan agora pouco para ouvir. Heaven´s What I feel. Pois bem... ouvindo eu me lembrei de um pequeno instante que deve ter durado uns dez, no máximo vinte, segundos...

Há muito tempo eu tinha uma certa verdade minha que era muito bem guardada e acabou vindo à tona, mas eu permiti que ela viesse, obviamente. No momento que ela veio, uma incrível leveza com sentimento de liberdade me veio. Isso me fez tão bem, que pequenos momentos passaram a ser plenos e repletos de cor na minha vida, coisa que não acontecia antes. E o que tem a ver a música da Glória? Bem ... isso é só a introdução para o momento. Após essa "mudança", eu comecei a fazer o que eu queria de verdade.

Um dia, pouco tempo depois dessa mudança, eu resolvi, se não me engano pela primeira ou segunda vez, sair sozinho para o meu primeiro "lugar-preferido-para-dançar". A minha velha amiga, a discofeever. Do DJ Mauro Borges. Fui ... Fui muito cedo... eu sempre ia... acho que porque eu, na época, não tinha carro. Isso nunca foi impedimento. Na verdade, eu até preferia, porque o carro não era meu, e eu sempre detestei qualquer vínculo que gerasse dependência. Entrei na Disco... A entrada era repleta de paredes escuras. Para criar clima, claro... Uma pessoa me deu a comanda... ainda estava bem vazia... quatro ou cinco pessoas na pista que ia aumentando na minha frente, conforme eu me aproximava. O chão, quadriculado... não me esqueço daquele chão. O chão da Discofever da consolação... hehehe... No bar, meia dúzia ... bebendo qualquer coisa. A pista alcançou o seu tamanho máximo, pois eu já estava perto dela. Olhei um pouco ao redor. As músicas, naquela hora, ainda não eram remixadas... eram as versões originais. Sempre preferi as originais ... canta-se melhor junto com elas. Estava no fim de uma música qualquer ... repentinamente as luzes mais fortes se apagaram... apenas pequenas gotas de luz banhavam o chão quadriculado ... o meu pequeno tabuleiro de xadrez. Um canto suave se ouvia, junto com uma introdução bem baixinha, com teclados talvez... E o chão é a minha principal memória. O meu chão de estrelas. E começa a música da Glória. Eu olhei para o chão... abri um sorriso... fechei os meus olhos e levantei levemente a cabeça com os olhos fechados. Só abri quando já estavam para cima. Levantei os braços e comecei a dançar e cantar em cima do meu tabuleiro de xadrez salpicado de luz.

E eu queria sentir o mesmo de novo... ai ai ... como aquilo foi bom... uma grande sensação de liberdade. Acho que me acostumei com essa sensação de tal forma, que eu a tenho em mim, mas não faz mais o mesmo efeito, como um estimulante que não funciona mais e vira rotina. Mas é a tendência das coisas ... Me embebedei tanto da minha liberdade, que a sensação dela já é tão constante ao ponto de eu não sentir mais com a mesma intensidade. Bem, o importante é que ela ainda esteja aqui... presente... e cada vez mais forte. Mas uma coisa ainda é forte. A sensação que os pequenos momentos como esses vinte segundos de chão de estrelas me causaram... a sensação de deslumbramento. Os pequenos momentos ainda são, e esperam que sempre sejam, capazes de me gerar deslumbramento.

Ah ... que post profundo ... veja só ! Eu analiso até a mim mesmo ;)



Escrito por The CookieMan às 20h32
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Unknown...

Era uma vez um menino ... o menino era feliz ... pulava ... cantava ... dançava... Um belo dia, enquanto cantava, o menino viu algo que o atraiu... era algo desconhecido... ele chegou perto... olhou ... tocou... e gostou do desconhecido, que sorriu para ele em contrapartida. Resolveu que valeria a pena ter o desconhecido para si. Pegou o desconhecido para si e começou a cuidar...

Tudo estava ótimo... O menino podia ter o desconhecido, usar quando bem entendesse, como bem quisesse, e sempre tinha o sorriso do desconhecido para si... enfim, um paraíso. Mas ele se esqueceu que aquilo era desconhecido. Que tudo tem dois lados. Que nada é gratuito na vida. Que toda diversão depende também de ações próprias. Num dado momento o desconhecido começou a querer se divertir também. O desconhecido, por ser desconhecido, era totalmente novo aos olhos do menino, e por isso o fascinava. Só que o desconhecido, além de fascinante, é também arriscado... nunca se sabe o que surgirá. E foi o que aconteceu ... algo surgiu. O menino percebeu que o desconhecido começou a criar espinhos. Ele ficou intrigado... não sabia mais o que fazer, pois queria continuar a se divertir com o desconhecido, mas não podia, pois os espinhos o machucavam... tentou cortar os espinhos, mas acontece que isso machucava o desconhecido e, mesmo assim, os espinhos cresciam novamente. Por várias vezes o menino machucou o desconhecido... o feriu... o entristeceu por não tocá-lo mais... e o sorriso do desconhecido foi desaparecendo.

Ambos estavam tristes... tanto o menino, que não sabia como se divertir com o desconhecido, que o machucava, como o desconhecido, que não sabia o que fazer pelo menino, que só tentava arrancar seus espinhos e se distanciava cada vez mais.

Num dado momento, o menino se sentou em frente ao desconhecido, e este em frente dele. O menino havia se afastado do desconhecido, mas tamanha era a tristeza que o assolava, que ele resolveu voltar lá para matar as saudades. Ambos ficaram sentados... o menino ficou contemplativo em frente ao desconhecido... Desconhecido estava cabisbaixo. O menino olhou para o desconhecido profundamente... esperando por algo... mas o desconhecido permaneceu inerte... Então, num momento de clareza, o menino sorriu para o desconhecido. Espantado com o sorriso repentino do menino, o desconhecido não teve ação... a única coisa que lhe passou pela cabeça foi... sorrir também. Ao sorrir, o desconhecido sentiu que seus espinhos cairam... Ao ver isso, o menino sorriu novamente, e com mais intensidade! Ao ver isso, o desconhecido não se conteve, e se abriu num largo e luminoso sorriso, que por sua vez começou a criar cor, e que, por sua vez, virou uma linda flor.

Escrito por The CookieMan às 13h44
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Brincadeira da Trilha sonora

Pois bem ... estou copiando uma idéia ... minha amiga Carol fez e eu quis fazer também... aí vai:

If your life was a movie, what would the soundtrack be?

Opening Credits: Florentina de Jesus - Tiririca
Waking Up: Saber Amar - Paralamas do Sucesso
First Day of school: Coração Está em pedaçõs - Zezé di Camargo e Luciano
Falling In Love : I just Want to make love to... - The Rolling Stones
Fight Song: Nosso estranho amor - Marina Lima e Caetano Veloso
Breaking Up: Friday I´m in love - The Cure
Life: Meu caro amigo - Chico Buarque
Mental Breakdown: 1 de Julho - Cassia Eller
Driving: Palco - Gilberto Gil
Getting back together: Quem te viu, quem te vê - Chico Buarque
Wedding: Sympathy for the Devil - The Rolling Stones
Divorce: Time After Time - Miles Davis
Final Battle: In-Between Days - The Cure
Death Scene: Salve Regina - Sister Act
End Credits: Mess Around - Ray Charles

So, here's how it works:
1. Open your library (iTunes, Winamp, LimeWire, Media Player,iPod etc)
2. Put it on shuffle
3. Press play
4. For every question, type the song that's playing
5. When you go to a new question, press the next button
6. Don't lie and try to pretend you're cool... its rather interesting!


Genial ... até a minha trilha sonora seria cômica e zoada ...

Escrito por The CookieMan às 11h57
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Forward...

Já ouvi três vezes hoje ... e olha que são 10:49 da manhã:

"Ando devagar porque já tive pressa ... e levo esse sorriso porque já chorei demais...Cada um de nós compõe a sua história... e cada ser em si carrega o dom de ser capaz ... e ser feliz..."


Escrito por The CookieMan às 10h54
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Why, what, when, who...

Provavelmente eu tenho mania de simplificar as coisas muito mais do que elas poderiam ser simplificadas. Ou, talvez, muito mais do que qualquer outra pessoa no mundo conseguiria fazê-lo. Fico aqui pensando ... há uma grande definição no mundo de que as "pessoas" de hoje não "ligam" para nada. Que todos querem que os outros se fodam. Que relacionamentos hoje em dia não têm futuro. Que ... enfim... todos entenderam o que eu quero dizer.

O fato é que eu não acredito nisso. Talvez eu tenha muita sorte (ou não) mas, até hoje, eu não encontrei ninguém que fosse assim. Uma pessoa que simplesmente te usa e some. Aliás, provavelmente isso não existe, porque acho que o mundo anda carente demais para conseguir esse feito. Provavelmente as pessoas que "usam e somem" pensam, depois, "como teria sido?". A não ser, é claro, que o "uso" tenha sido traumático demais.

Me pergunto se isso seria uma constatação de que todas as pessoas têm, sim, sentimentos... ou se seria apenas um indício de que eu tenho a sorte de encontrar sempre pessoas que se importam e que, como conseqüência disso, têm tantos problamas que não seria possível mensurá-los. Aliás, essa questão de problemas é um dos principais pontos que me fizeram iniciar esse post, depois de alguns meses sem escrever. Muito aconteceu nesse meio tempo. Muuuuuuito. Não escrevi nada nesse meio tempo porque não quis mesmo... o que aconteceu não interessa ... O que interessa de verdade nesse post é o "problema" e a "simplificação".

Vejam... Eu tenho um bilhão de problemas. Não vou enumerar aqui. Mas, não sei porque, o máximo que eles me fazem é causar uma dor de cabeça, resolvida rapidamente com dois comprimidos de dipirona. E eles, os problemas, costumam ser esquecidos quando eu tenho um colo para me deitar. Na verdade eles não interferem nessa questão do colo. Eu, na verdade, só me lembro dos problemas quando eles precisam de uma solução imediata. Simplifico demais ? Sei lá ... O ponto é que pensar neles só me causa mais problemas, porque isso faz com que eu deixe de aproveitar por completo os "momentos".

Isso está meio louco... Pensar... hmmmm ... sei lá.



Escrito por The CookieMan às 10h14
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(vazio)

... e pra cada interpretação, o que lhe for proporcional (...) aqui é a vida real... normal...



Escrito por The CookieMan às 22h12
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Dream a little dream...


Manoelita era uma moça muito boa e vivia em sua pequena casa de madeira ao lado de um córrego qualquer em São Paulo. Ela apreciava muito sua casa, pois entendia que, mesmo não sendo um palácio, era o que ela podia ter. Assim, Manoelita vivia sua vida...

Morava com seu marido, Roelmson, o qual, costumeiramente chegava alcolizado em casa, a agredia eventualmente, mas nada tão grava assim, na visão dela própria. Roelmson trabalhava numa construção informalmente como ajudante de qualquer coisa, enquanto que Manoelita fazia bicos de limpeza por aí. Ganhavam pouco, mas manoelita não se importava, pois considerava que era o que podia ter.

Eventualmente Manoelita podia se dar ao luxo de ter mais de uma mistura que fosse diferente de ovo ou batatas em seu jantar, e isso a tornava realmente feliz. Vez ou outra tentava compartilhar essa felicidade com seu marido, mas o mesmo dificilmente a ouvia, isso quando, bêbado, não tentava dar um tapa em Manoelita para que ela se calasse. Como estava bêbado, dificilmente acertava, pois costumava cair antes. Manoelita, então, ainda com um sorriso no rosto, tentava ajudá-lo e colocá-lo na cama. Não se importava, pois era o que podia ter.

Vez dessas, após matar um rato que entrou em sua casa vindo do tal córrego, manoelita sentou-se e olhou um pouco ao seu redor, ainda cansada pela perseguição. Parecia que tudo estava em silêncio. Um silêncio especial para que ela pudesse parar e pensar em sua vida. Manuelita começou a tomar consciência sobre tudo o que a cercava e sobre o quanto isso era injusto. Sentia seu pulso bater mais rápido com o acúmulo de indignação que lhe vinha... não entendia como nunca pensara isso, mas, ao mesmo tempo, se sentia um pouco ingrata e pecadora com aqueles pensamentos. Ocorre que ela não conseguia mais evitá-los.

Observou cada uma de suas surradas panelas empilhadas na pia, cada uma das peças de roupas sujas de Roelmson jogadas sobre as coisas, ainda fedendo a álcool. Olhou para os velhos armários, já herdados de alguém, e para seu sofá e seus remendos de buracos surgidos ao longo do uso. Pela primeira vez na vida ela achou aquilo pouco. Resolveu, então, que deveria tomar uma atitude. Mas qual ? Não sabia... apenas sentia que, para começar, deveria sair para pensar e respirar um pouco. De preferência longe daquele córrego.

Saiu de casa. Foi andar um pouco por algumas ruas de um bairro alí perto e observar as coisas. De repente, de forma absolutamente casual lhe ocorreu o que deveria ser feito para resolver seus problemas. Nesse exato momento, uma mercedez a acertou em cheio, tirando de manuelita sua breve, porém feliz vida.



Escrito por The CookieMan às 22h58
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E a minha imagem do dia...



Escrito por The CookieMan às 17h21
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Em Brasilia, 23:00h.

Incrível como esses "reality Shows" adoram usar palavras fortes só para dar mais ênfase no quão "difícil" é a vida dos participantes...

Vejam o nosso mais conhecido amigo, o big brother. Pedro Bial: "Nossos brother estão CONFINADOS" (???). Meu ... é o fim ... confinados ????? Confinamento seria estar num calabouço no meio de uma epidemia na Europa... como eu sou uma pessoa que adora perder o foco durante o texto, vou fazer uma breve descrição sobre o que é um calabouço na Europa que passa a idéia de confinamento para mim:


O Calabouço na Europa - Por Marcelo Copati

Primeiro vi a porta. Porta ? Acho que não poderia chamar aquele amontoado de madeira podre, úmida e cheia de limo de porta. Tinha que fugir daquele mal que se espalhava, assim abri a "porta", tocando naquela maçaneta enferrujada. Pude até mesmo sentir o áspero e tetânico ferrugem tocando minha pele. Estava escuro e apenas alguns raios da lua cheia vazavam pelas frestas. Comecei minha descida pelas escadas repletas de lodo e com algum líquido fétido, provavelmente água de esgoto, descendo junto comigo. Eventualmente sentia que pisava em algum tipo de inseto, pois sentia o casco duro sendo esmagado embaixo dos meus pés, já descalços de tão gastas que estavam as solas dos meus sapatos. Partes daqueles cascos prendiam em meus dedos e me causavam náuseas que tinha que conter.
Mantive a porta trancada e fiquei lá embaixo, no final da escada. Estava frio e havia um barulho constante de água naquele ambiente. Eu só conseguia identificar onde a água estava quando, acidentalmente, sentia seu frio tocando minha pele. Ficava enojado com aquele odor. Tudo era escorregadio, escuro e úmido por alí. Sentia alguns movimentos no ambiente, todos de animais que só podia identificar quando pisava sobre os cascos ou sendia patas passando sobre meus pés. Minhas roupas estavam sujas e não estava acostumado com aquilo. Por várias vezes vomitei, mesmo sem comer nada há uns dois dias, e pisei sobre meu próprio vômito. Eu precisava descansar, mas não podia sair dali. Tampouco conseguia descansar alí. Mas me parecia o lugar mais seguro naquele momento de desespero do povo lá fora. Crianças morriam, mulheres gritavam e todos se estapeavam por atendimento médico. Eu, que ainda estava, apesar de tudo, livre da doença, preferi me isolar para não adiquirí-la. Tinha apenas um pão velho em um saco e estava fazendo aquilo durar o máximo que podia. Não sabia o quanto aquele confinamento iria durar...


Viram ! Isso, sim, é confinamento !!!! Não aquele monte de "ilustres desconhecidos" ou, o meu preferido, "celebridades instantâneas" que ficam se empaturrando o dia inteiro na beira da piscina... aquilo deveria ser chamado de "Férias"... tipo ... Big Vacation !!!! hehehehe



Escrito por The CookieMan às 23h29
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Novos Bi...

É público e notório, e nem ele mesmo faz questão de esconder, que meu funcionário tem algumas confusões sexuais ... pois bem ... o foco não é exatamente ele, esse é apenas um fator introdutório para que vocês não partam do nada nesta leitura.

Em um dos raros momentos em que eu conversava com ele, raros porque é quase impossível conversar com ele, ele me falava de seus amiguinhos e da "baladinha" que ele frequenta. Na verdade, tenho que parar aqui para essa observação ácida e desagradável, eu não acho que ele realmente frequente aquele lugar ... na verdade eu acho é que ele dorme lá ... mas ... enfim. Voltando... Ele me contava de seus amiguinhos ...

Ele me falou uma coisa que ficou na minha cabeça ... falou que seus amiguinhos, que frequentam o lugar em questão, são todos Bi (sexuais) no lugar, e todos Hétero (sexuais) fora ... Isso me fez pensar ... eu acho que só vou lembrar exatamente no que isso me fez pensar no decorrer desse post.

Inicialmente, o fato dos amiguinhos dizerem que são Bi, torna o ambiente uma casa ... Bi ? Vejam isso ... casa Bi !!! Taí algo que eu, quase um velho de setenta anos, nunca tinha pensado que veria ... uma casa Bi ! Pensem na confusão !! Na verdade, eu realmente acho essa coisa de bi algo muito confuso ... para mim, é chance dupla de ser traído ... Tenho uma prima que falou uma vez que um bi disse para elas que, na cama, mulher não supera homem ...

Acho que esse post está meio "polêmico" ... e sério .

Bom, outra coisa que eu pensei, dessa vez baseado nos diálogos descritos pelo meu funcionário, foi o que será desse povo ... Eles costumam ser tão ... tão ... bobos ! Tontos ... Que eu me lembre, eu não era assim ... eu pensava ... mas eles vivem de ir na baladinha mais ou menos deles. fico até imaginando o papo:

Pessoa1: E aí !
Pessoa2: E aí !
Pessoa1: Esse é meu amigo !
Pessoa2: E aí !
Pessoa3: E aí !
(todos dançam uma coreografia da Britney Spears)
Pessoa2: Você vem sempre no Nintendo ? (momento de explicação - Nintendo é o nome fictício escolhido para a casa noturna, ou baladinha, na qual a turma toda vai)
Pessoa3: não ... primeira vez !
Pessoa2: Legal !!! (com um grande sorriso em seu rosto e jogando o cabelo artificialmente alisado para trás, enquanto gira no ritmo "quente" da música)
Pessoa3: Glamour a sua roupa !!! (sorrindo e jogando o cabelo para trás, artificialmente alisado)
Pessoa1: Luxoooooo ! (sorrindo e jogando .. AH ... vocês já sabem)
Pessoa2: Valeu !

Momento para descrever o luxo e glamour da pessoa2: Calça, preta, camiseta, também preta, cinto, com coisas de metal e branco, maquiagem, que consiste basicamente em olheiras geradas artificialmente por um lápis de olho e dezessete pilhas alcalinas combinadas com um grampo de cabelo, cabelo para cima atrás e escorrido na frente. Tênis: All Star. Curiosamente todas as pessoas no recinto estão vestidas com o mesmo tipo de roupa, variando apenas na cor do all star e no número de pilhas alcalinas usadas para a maquiagem

No entanto algo tornava aquela pessoa2 um Glamour e um luxo... óbvio que ninguém no Nintendo discutiria isso, pois eles não são capazes de usar períodos compostos, apenas orações simples e que não exijam continuidade

Pessoa2: Saí de casa assim mesmo (demonstrando atitude) e vim para cá ... tinha acabado de acordar !
Pessoa3: Ai ... eu também ... dancei a noite inteira no "Master System" e vim direto para cá... (tentando parecer mais cool que o outro)
Pessoa1 (com ar sábio): Pois eu nem o rosto lavei ! Não dormi ! Estou aqui desde anteontem dançando loucamente !
Os outros: UHUUUUU... Glamour !!!!!
Todos dançam
Todos dançam
Todos dançam
Todos dançam...

Eu me lembro, basicamente, de Party Monster cada vez que eu penso nisso...



Escrito por The CookieMan às 17h03
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Tete

Eu fiz um teste de internet, pois testes de revistas já cairam de moda, e acabei descobrindo o meu mais profundo segredo:

walmart yay!
YOU LIVE IN A WALMART BAG!!!

what's YOUR deepest secret?
brought to you by Quizilla

Escrito por The CookieMan às 18h01
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